Tatyana

Amei, amei, amei.
Ontem fui assistir Tatyana no Theatro Municipal e adorei. O espetáculo, o mais próximo que Deborah Colker fez do ballet já que tem um início, meio e fim, conta a história de amor de dois personagens.
Baseado no romance russo Evguêni Oniéguin conta a história de Onegin vai para o interior onde conhece o poeta Vladimir, que torma-se seu melhor amigo, noivo da fútil Olga, irmã da tímida Tatyana. Tatyana se apaixona por Onegin, mas não é correspondida. Onegin insinua-se para Olga, o que o faz ser desafiado para um duelo por Vladimir. Anos depois, Onegin reencontra Tatyana em Moscou, dá-se conta de que ela é o amor de sua vida, mas ela já não quer mais saber dele. Cada personagem é representado por quatro bailarinos e a própria Deborah Colker e mais um balarino interpretam o narrador que interfere na história.
No primeiro ato uma árvora meio estilizada do Gringo Cardia ocupa todo o cenário, já no segundo ato telas e luzes dão um efeito lindo na apresentação.
Não sei se consegui entender a história toda (eu admito que isso não é o meu forte), mas entender a beleza do espetáculo independe de entender a história.
O segundo ato é simplesmente maravilhoso! Sem nenhum apoio de cenário só os bailarinos com as luzes. Em Tatyana somos apresentado à uma Deborah Colker nova, que traz uma ballet com a assinatura dela e que emocionou todo o Theatro Municipal.

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