Mais Rock in Rio

Porque a gente não se cansa! Hoje os organizadores bateram a cabeça e colocaram uma das melhores atrações da noite no palco Sunset! Joss Stone é uma fofa, suas músicas são maravilhosas e o show dela é sensacional! Bom show para todos! A organização do festival mudou um pouquinho os horários, para conferir e não peder nada clique aqui. E essa semana ainda tem Shakira loca loca, Coldplay, Maroon 5 e Guns para fechar o festival! E para quem não vai muito obrigado Multishow e Globo.com! E fujam da Barra da Tijuca!

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Novo vício literário

Amo a Audrey! Alias, tem como não amar? Por isso, minha felicidade foi imensa quando ganhei “Quinta avenida, 5 da manhã”. O livro retrata todo o processo de Bonequinha de Luxo o filme mais mais do planeta. Desde a escolha da protagosnista, e sua carreira, até como ele mudou a visão da mulher no cinema. Leitura rápida e ótima para amantes do cinema e da própria Audrey. Um super achado esse livro!

Eu sei, mas não devia

Eu sei que a gente se acostuma. Mas não devia.

A gente se acostuma a morar em apartamentos de fundos e a não ter outra vista que não as janelas ao redor. E, porque não tem vista, logo se acostuma a não olhar para fora. E, porque não olha para fora, logo se acostuma a não abrir de todo as cortinas. E, porque não abre as cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz. E, à medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplidão.

A gente se acostuma a acordar de manhã sobressaltado porque está na hora. A tomar o café correndo porque está atrasado. A ler o jornal no ônibus porque não pode perder o tempo da viagem. A comer sanduíche porque não dá para almoçar. A sair do trabalho porque já é noite. A cochilar no ônibus porque está cansado. A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia.

A gente se acostuma a abrir o jornal e a ler sobre a guerra. E, aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja números para os mortos. E, aceitando os números, aceita não acreditar nas negociações de paz. E, não acreditando nas negociações de paz, aceita ler todo dia da guerra, dos números, da longa duração.

A gente se acostuma a esperar o dia inteiro e ouvir no telefone: hoje não posso ir. A sorrir para as pessoas sem receber um sorriso de volta. A ser ignorado quando precisava tanto ser visto.

A gente se acostuma a pagar por tudo o que deseja e o de que necessita. E a lutar para ganhar o dinheiro com que pagar. E a ganhar menos do que precisa. E a fazer fila para pagar. E a pagar mais do que as coisas valem. E a saber que cada vez pagar mais. E a procurar mais trabalho, para ganhar mais dinheiro, para ter com que pagar nas filas em que se cobra.

A gente se acostuma a andar na rua e ver cartazes. A abrir as revistas e ver anúncios. A ligar a televisão e assistir a comerciais. A ir ao cinema e engolir publicidade. A ser instigado, conduzido, desnorteado, lançado na infindável catarata dos produtos.

A gente se acostuma à poluição. Às salas fechadas de ar condicionado e cheiro de cigarro. À luz artificial de ligeiro tremor. Ao choque que os olhos levam na luz natural. Às bactérias da água potável. À contaminação da água do mar. À lenta morte dos rios. Se acostuma a não ouvir passarinho, a não ter galo de madrugada, a temer a hidrofobia dos cães, a não colher fruta no pé, a não ter sequer uma planta.

A gente se acostuma a coisas demais, para não sofrer. Em doses pequenas, tentando não perceber, vai afastando uma dor aqui, um ressentimento ali, uma revolta acolá. Se o cinema está cheio, a gente senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço. Se a praia está contaminada, a gente molha só os pés e sua no resto do corpo. Se o trabalho está duro, a gente se consola pensando no fim de semana. E se no fim de semana não há muito o que fazer a gente vai dormir cedo e ainda fica satisfeito porque tem sempre sono atrasado.

A gente se acostuma para não se ralar na aspereza, para preservar a pele. Se acostuma para evitar feridas, sangramentos, para esquivar-se de faca e baioneta, para poupar o peito. A gente se acostuma para poupar a vida. Que aos poucos se gasta, e que, gasta de tanto acostumar, se perde de si mesma.

Esse texto, para quem não conhece, é da Marina Colasanti, gostou muito dele resolvi compartilhar com vocês.

Meu querido jeans

Sabe aquela roupa nova que você compra e não para de usar?? Então, minha última aquisição foi meu jeans flare da Cantão. Depois desse período infernal de skinny finalmente um jeans que fica bem em mim! A calça flare tem um modelo meio anos 70 com boca larga, fica bem com meninas com cambitos no lugar de pernas (não tenho essa sorte) e para quem tem quadril mais larguinhos. Fora que ficar super bem com um salto, alongando as baixinhas também. A calça flare está sempre no look das famosas e está em todas as lojas por aí. Dá um look como nossas famosas fashionistas estão usando e se inspire. Viva a flare!!!!

O primeiro Rock in Rio a gente nunca esquece

Ontem eu fui lá para Cidade do Rock assistir Paralamas, Titãs, Claudia Leitte, Katy perry, Elton John e Rihanna e lógico que vou dividir minhas impressões com vocês. Vou começar com os shows é lógico, afinal a música foi a razão da noite.
Paralamas e Titãs foi sensacional, não estava com grandes expectativas e adorei! Melhor abertura o festival não poderia ter!

Claudia Leitte, sinceramente? Pode voltar para sua micareta! Para ouvir Taj Mahal eu prefiro ouvir do Jorge!
Katy sua produça é nota dez! Figurino, cenário e luz, tudo lindo! Nem tenho muitas músicas dela no meu iPod mas a gente ouve tanto por aí que eu sabia cantar praticamente todas. E a galera tava super animada!

Elton, a noite seria perfeita se você tocasse antes da Katy, já que sua música é mais calminha. Senti falta de Your Song, Can you feel the love tonight e Dont go breaking my heart, mas suas músicas são lindas!
Rihanna testou a paciência de todo mundo, mas mostrou um showzaço! Adoreeeeeei! Ela tava um pouco preguiçosa mas nem liguei muito! E para fechar a noite incrível só com Umbrella mesmo!

Mas… Nem tudo são flores.
O transporte foi um verdadeiro caos! Demorei mais de uma hora para voltar no ônibus de primeira classe, as filas estavam gigantes e ninguém sabia informar nada. Um verdadeiro desrespeito.

Rock in Rio? Agora só no Multishow!

Eu não tenho roupa!

O Rock in Rio chegou! E o assunto na blogosfera é… Com que roupa eu vou? (não é para samba que você me convidou, mas ainda vale).
Só porque é um show com uma multidão você não precisa ir esculhambada. E como diz meu pai “olha o casaquinho, senão gripa”.
Vamos para os looks inspiradores de outros festivais mundo afora?! Lollapalooza (vem para o Brasil!), Coachella e Glastonbury foram minhas fontes de pesquisa.
O imporante é ter estilo e conforto!


E aí? Você já decidiu sua roupa?