É tetra

Hoje o Rio amanheceu coberto de pó de arroz. Sobrenatural de Almeida nos deu sossego. João de Deus nos deu a benção. Nelson Rodrigues, no ano de seu centenário, aplaudia no céu.
Sim, o meu Fluzão conquistou o tetra ontem. O Flu dos 19 gols de Fred, das grandes defesas de Cavalieri, dos passes de mestre do Deco, o Fluminense comando por Abel (tinha que ser um nome biblico).
Foi fora de casa, mas Nelson já dizia “Nas situações de rotina, um `pó-de-arroz’ pode ficar em casa abanando-se com a Revista do Rádio. Mas quando o Fluminense precisa de número, acontece o suave milagre: os tricolores vivos, doentes e mortos aparecem. Os vivos saem de suas casas, os doentes de suas camas e os mortos de suas tumbas.” A torcida do Flu é linda e domingo vamos fazer aquela festa para comemorar o tetra.
Não estamos acostumados a conquistas folgadas, o título aos 42 minutos do segundo tempo teve gostinho de sufoco, mas o Flu mostrou porque é conhecido como o time de guerreiros e conquistou o brasileirão com 3 rodadas de antecedência.
E é por isso que eu canto que eu visto esse manto, orgulho de ser tricolor.

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