Clear eyes. Full hearts. Cant loose.

A primeira série a gente nunca esquece. E assim foi OC comigo, com aquela primeira temporada arrebatadora. 

E é essa sensação que eu tenho enquanto acompanho a primeira temporada de Friday Night Lights. Uma grata surpresa para mim, mais do que atrasada, já que a série começou em 2006 e terminou em 2011. 

Já tinha ouvido falar sobre a série, que era teen com inteligência, mas sem o papo cabeça de Dawsons Creek. Mas o que me chamou atenção mesmo foi quando o sindicato dos roteiristas dos EUA colocou a série como número 22 no ranking das 100 melhores roteiros de séries. Friday Night Lights estava na frente de Frasier, Friends, ER, Lost, 24 Horas, Downton Abbey e muitos outros clássicos. Choquei! 
E lá fui com a minha Netflix querida, que tem as cinco temporadas! 

Friday Night Lights era livro, que virou filme, que virou série. Na atração acompanhamos o Taylor, técnico recém contratado de um time de futebol americano em um high school no Texas. E como uma boa high school temos os loosers, os bonitões, os populares, as cherleaders e o resto.  

E os jogos do Panthers (como o time é conhecido) são levados muuuuuuuito a sério, a cidade se movimenta pelos jogos. Nem o nosso Brasileirão é assim. O técnico e os jogadores são elevados ao status de superstars e sofrem uma pressão enorme. 

Nos EUA, a série foi exibida pela NBC, que não tem tradição por séries teens, mas foi a casa de Friends, ER, Will and Grace e Seinfield, ou seja, de gente que sabe fazer TV. Mas como não foi um fenômeno de audiência, a NBC não tinha mais interesse em exibir a série. Aí, fã que é fã bate pé, se descabela, grita e xinga todo mundo, até ser ouvido, e a Directv ouviu, entrou no jogo e produziu mais 3 temporadas. 

Friday Night Lights samba na cara de quem diz que série teen é idiota. Com tramas maduras, personagens bem construídos, cenas bens escritas e uma trilha sonora de respeito, a série merece toda a nossa atenção. E se você não entende como uma série adolescente sobre futebol americano pode ser tudo isso, você não sabe o que está perdendo.

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Laranjinha básico

A Netflix entrou de vez nomeu coração com Orange is The New Black. Estou enrolando para ver House of Cards, que é a queridinha e sensação do momento, mas Orange passou a frente e me conquistou.

Na produção original da Netflix, acompanhamos a vida de Champman, uma mocinha que entrou em um esquema de tráfico internacional de drogas e pegou 15 meses de prisão. A vida carcerário lembra um pouco dos filmes de high school, com as panelinhas, com as chefonas e com as malucas.

A história se passa na prisão, obviamente, mas tem momentos de flashbacks não lineares que mostram como a Chapmam e suas companheiras de cela foram parar na cadeia.

A repercussão da série tem sido muito grande, com elogios do público e da crítica especializada, e já foi renovada para uma segunda temporada. Santa Netflix já disponibilizou os 13 episódios da primeira temporada, então dá até para fazer maratona.

Com personagens super interessantes e um roteiro que prende do início ao fim Orange is The New Black foi a salvação da Summer Season, que chegou super fraca e acalma nossos corações que esperam ansiosamente para as estreias de setembro.

Reis e rainhas

Em tempos de bebê real, vamos falar da realeza!

Enquanto no cinema temos um apenca de filmes que falam das famílias reais, é uma pena que a televisão não se aproveite disso também. Afinal de contas, babado confusão e gritaria é o que não falta para essas famílias. Procurei algumas séries e confesso que não encontrei muitas opções, mas é o que temos para hoje.

The Tudors
Henrique VIII era um rei egocêntrico, pegador (casou uma penca de vezes) e até mudou os rumos da Igreja na Inglaterra. É obvio que isso dá uma boa história. O Showtime, que não é bobo nem nada, fez uma série de primeira. Com 4 temporadas (o programa terminou em 2010, The Tudors é sem dúvida uma referência. Não é a toa que a BBC entrou no negócio na segunda temporada. E para quem tem Netflix, tá tudo lá!

The Borgias
Cotada para substituir The Tudors em nossos corações, a série falava das loucuras da dinastia dos Borgias e a sua ascensão. Aqui ninguém era santo, ai de quem estivesse no caminho. Muito sangue e pegação, é claro. Esse povo acho que não tinha muita coisa para fazer, era todo mundo meio safadinho.

The White Queen
Série fresquinha da BBC, que estreou agora em junho na terra da rainha. Atestado com selo de qualidade da BBC, a série tem como pano de fundo a Guerra das Rosas e as artimanhas femininas para chegar ao trono da Inglaterra.

Reign
Essa aí só vai estrear em outubro, na CW TV casa das séires mais bobinhas, por isso nem boto muita fé. O progrma conta a história da Mary, Rainha da Escócia, quando era adolescente e sua escalada ao poder.

Taí um bom filão que não é bem aproveitado, até porque essas séries tem um custo de produção muito elevado. Fica a dica para uma boa maratona, principalmente nesse frio que está fazendo.

50 com corpinho de 20

Hoje a telenovela brasileira completa 50 aninhos. No dia 22 de julho de 1963, na Rede Excelsior, Tarcisio Meira e Glória Menezes trocavam juras de amor na primeira novela com exibição diária, a “2-5499 Ocupado”.

E para celebrar essa data tão importante da cultura brasileira, nada com uma listinha não?!
Em minha vida de noveleira eu acompanhei muita coisa, algumas novelas muito boas, outras nem tanto, e minha lista vai ser sobre as novelas que marcaram minha longa vida de 22 anos.

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1) Quatro por Quatro (1994). A novela tem quase 20 anos e até hoje falamos de Babalu e Raí. Precisa dizer mais? A novela era das 19h, e ainda assim é muito marcante, o que é raro.
Por que me marcou: foi minha primeira memória televisiva. Simples assim.

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2)Próxima Vítima (1995). Sabe aquele jogo Detetive? Próxima Vítima era tipo isso, só que ainda melhor, porque além do assassino ainda tinha a tensão de descobrir quem seria a tal da próxima vítima. Silvio de Abreu escreveu um suspense daqueles, com o assassino que só seria revelado no último capítulo, que teve uma audiência de 64 pontos. Como foram gravados finais diferentes, o suspense se manteve na sua reexibição, pois alteraram o final.
Por que me marcou: eu com apenas 5 anos amava essa novela, só que é lógico que meu pai não deixava eu ver. Marcou porque eu precisava ver escondida hahahahaha.

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3) A Indomada (1997). Ricardo Linhares e Aguinaldo Silva beberam no realismo fantástico de Saramandaia e criaram essa novela maravilhosa. Quem não lembra do Cadeirudo? O maluco que atacava mocinhas de noite e acabou sendo revelado que ele era a maior beata da cidade. Ou então da Altiva? Que quando morreu assombrou geral com um I”ll be back”? Ou o anjo Emanoel, vivido por Selton Mello? É muita coisa boa para uma novela só!
Por que me marcou: a novela não se levava muito a sério. Era super bem humorada, principalmente por se tratar de uma novela das oito, o que não é muito comum.

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4)Chiquititas (1997). Fala sério! Toda menina nascida nos anos 90 foi impactada por Chiquititas. Febre total, que lançou Fernanda Souza, Deborah Fallabela, Jonatas Faro, Sthefany Brito, Bruno Gagliasso, Carla Diaz… Lembro que a primeira vez que fui na rua sozinha foi para comprar figurinha para o albúm! Na minha época todo mundo queria ser orfão e morar no Orfanato Raio de Luz. E o SBT, que não é bobo nem nada viu que a moda de remake é a boa e Chiquititas Voltou!
Por que me marcou: porque todo dia a gente ficava grudado na TV esperando TV Cruj acabar só para dançar e cantar na TV!

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5) Laços de Família (2000). Manoel Carlos estava muito inspirado quando escreveu essa novela. Camila, a personagem mais chata do universo (bateu até a Duda da Gabriela Duarte), nos conquistou em uma das cenas mais emocionantes das novelas da Globo. Vera Fisher, mesmo sem muita expressão, fez uma boa Helena. E a novela ainda nos apresentou um fraco Giane, que hoje é um bom ator!
Por que me marcou: foi muita emoção para uma novela só.

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6) O Clone (2001). Clone, Marrocos, muito ouro, inshalá! Foi muita coisa exótica para uma novela só. Amava toda aquela coisa diferente. A novela emplacou um bilhão de bordões, como “né brinquedo não” e “arder no mármore do inferno”, e as ruas do Saara ficaram lotadas de bijuterias inspiradas na novela. Foi uma moda só.
Por que me marcou: a novela foi diferente de tudo. Jade me ensinou que um lápis no olho e uma boa maquiagem faz toda a diferença.

Logo da novela Celebridade
7) Celebridade (2002). Gilberto Braga sambou na cara da sociedade com essa novela. Mostrou que Claudia Abreu faz uma vilã memorável com Laura Cachorrona, que Marcio Garcia podia ser bom ator com michê, e ainda trouxe um zilhão de participações super especiais como Gal Costa, Lulu, Roberto Carlos, Zeca Pagodinho entre outros. Maria Clara Diniz e Renato Mendes completavam o elenco, com uma história boa, sem muita embromation.
Por que me marcou: foi meu primeiro grande “quem matou”. E no último capítulo tava ansiosa para saber que tinha ceifado a vida de Lineu Vasconcellos.

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8) Senhora do Destino (2004). As aventuras de Maria do Carmo foi o maior ibope de novela dois anos 2000, com uma média de 50 pontos. Nazaré Tedesco entrou para história das vilãs das novelas, e sua arma era a temida escada.
Por que me marcou: minha vó se chamava Nazareth e eu adorava brincar com ela por causa da novela.

Logo da novela A favorita
9) A Favorita (2008). João Emanuel Carneiro, que na época tinha escrito dois mega sucessos das 19h (Da Cor do Pecado e Cobras e Lagartos), foi promovido para às 21h e fez uma novela que escondia do público que era a vilã e quem era a mocinha. Ousado, o moço nos conquistou e fez da Flora, de Pat Pillar, uma vilã para ninguém colocar defeito. Palmas, muitas palmas.
Por que me marcou: eu jurava de pezinho junto que a Donatela era a malvada. E fiquei choquita com a vilã Flora. Agora o que me marcou mesmo foi a cena em que a Flora toca o terror com o Gonçalo e acaba matando o velho do coração.

Logo da novela Avenida Brasil
10) Avenida Brasil (2012). Volta pra gente Carmem Lúcia! A novela bombou na internet, era #Oioioi todo dia, a classe C veio com tudo no Divino, os coadjuvantes mostraram que não exite papel pequeno (beijo Darkson, Suelen, Zezé, Janaína, Adauto, Leleco, Beverly…) e Carminha reinou absoluta. Até Dilma mudou a sua agenda por conta do último capítulo.
Por que me marcou: dizem que porque sim náo é resposta, mas no caso de Avenida Brasil, é. Eta novela maravilhosa.

Aos amigos

Já escrevi um post sobre grandes amizades no mundo das séries. Mas o Dia do Amigo é tão especial que merece um repeteco, não acham?!

TV LOOKOUT
How I Met Your Mother
Um grupo de amigos entre 20/30 anos em NY. Não estamos falando de Friends, mas sim de Ted, Robin, Lily, Marshal e Barney. Os amigos de How I Met Your Mother, que se reuniam dia sim e outro também no Maclaren’s Pub,.

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Girls
Já deu para reparar que NY é a cidade das grandes amizades. Hannah, Marnie, Jessa e Sosh formam o quarteto mais improvável do Brooklyn.

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New Girl
Jess é a definição de adorkable. New Girl é aquela série fofa, que eu não acompanho, mas que toda vez que passa na TV eu paro para ver. Jess, Schmidt, Nick e Winston formam um quarteto e tanto, dividindo o mesmo apartamento. E ainda tem a Cece que aparece de vez em quando.

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Pretty Little Liars
Spencer, Aria, Hanna e Emily formam o quarteto da série mais enrolation do mundo, mas que pela amizade entram aqui no meu post.

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Skins
Com 7 temporadas e 3 gerações de elencos principais a série fala de uma forma mas verdadeiras das dores e das delícias da adolescência (ai como eu sou clichê). Polêmica como só a série inglesa deu o que falar, tanto que a versão americana não aguentou e foi suspensa em dois tempos.

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Barrados no Baile
Fiz questão de colocar o nome em português, dessa série que foi um clássico do anos 90. Brandon, Kelly, Donna e cia fizeram história nas séries teen e depois disso a TV nunca foi mesmo. Alguém teve a ideia de GÊNIO (só que não) de fazer um remake que na minha opinião foi fail total.

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The Carrie Diaries
Antes de Samantha, Miranda e Charlotte; Carrie teve Mouse e Maggie para desbravar o high school nos anos 80.

From EPP
Entourage
Bromance de primeira da HBO. Acho justo. Acho um clássico.

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One Tree Hill
Haley, Brooke, Peyton, Nathan e Lucas. One Tree Hill estreou na mesma época de O.C. e por isso não despertou minha atenção, mas depois confesso que me apeguei a galera do Rivercourt. Gente fina, elegante e sincera, como diria Lulu Santos.

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Gossip Girl
O que seria do azul se não fosse o amarelo? O que seria de Serena se não fosse a Blair? Essa dupla vivia de gato e rato, mas no final isso tudo é amor. Muito amor hahahahahaha.

Esse post foi feito colaboração mais do que especial da minha amiga Ana Luisa. A Serena da minha Blair, a Marissa da minha Summer, a Rachel da minha Phoebe. Amiga, você é do balacobaco!

Comecem as torcidas

O Emmy é a premiação mais esperada por nós série maníacos, que queremos ver os nossos queridinhos levando uma estatueta para casa. Hoje, Neil Patrick Harris e Aaron Paul apresentaram os indicados, e nós já podemos fazer nosso lobby. American Horror Story lidera, com 17 indicações; seguida por Game of Thrones, com 16. Depois tem aquelas figurinhas fáceis dos últimos anos: Breaking Bad, Downton Abbey e Homeland, com 13, 12 e 11 indicações, respectivamente.
A grande novidade foram os conteúdos do Netflix, House of Cards e Arrested Development, que são super merecidas! O Emmy vai acontecer dia 22 de setembro, lá em Los Angeles.

Veja abaixo os principais indicados do Emmy 2013:

Melhor ator em série dramática
Kevin Spacey (“House of cards”)
Hugh Bonneville (“Downton abbey”)
Jon Hamm (“Mad men”)
Damian Lewis (“Homeland”)
Bryan Cranston (“Breaking bad”)
Jeff Daniels (“The Newsroom”)

Melhor atriz em série dramática
Michelle Dockery (“Downton abbey”)
Elizabeth Moss (“Mad men”)
Claire Danes (“Homeland”)
Vera Farmiga (“Bates Motel”)
Kerry Washington (“Scandal”)
Robin Wright (“House of cards”)
Connie Britton (“Nashville”)

Melhor atriz coadjuvante em série dramática
Emilia Clarke (“Game of thrones”)
Anna Gunn (“Breaking bad”)
Maggie Smith (“Downton abbey”)
Morena Baccarin (“Homeland”)
Christina Hendricks (“Mad men”)
Christine Baranski (“The good wife”)

Melhor ator coadjuvante em série dramática
Aaron Paul (“Breaking bad”)
Bobby Cannavale (“Boardwalk Empire”)
Jim Carter (“Downton abbey”)
Peter Dinklage (“Game of thrones”)
Jonathan Banks (“Breaking bad”)
Mandy Patinkin (“Homeland”)

Melhor série de comédia
“Louie”
“Girls”
“30 rock”
“Veep”
“Modern family”
“The big bang theory”

Melhor série dramática
“Breaking bad”
“Game of thrones”
“Mad men”
“Downton abbey”
“Homeland”
“House of cards”

Melhor ator em série de comédia
Alec Baldwin (“30 Rock”)
Jason Bateman (“Arrested Development”)
Louis C.K. (“Louie”)
Don Cheadle (“House of lies”)
Matt Leblanc (“Episodes”)
Jim Parsons (“The big bang theory”)

Melhor atriz em série de comédia
Laura Dern (“Enlightened”)
Lena Dunham (“Girls”)
Edie Falco (“Nurse Jackie”)
Tina Fey (“30 Rock”)
Julia Louis-Dreyfus (“Veep”)
Amy Poehler (“Parks And Recreation”)

Melhor atriz coadjuvante em série de comédia
Mayim Bialik (“The big bang theory”)
Merritt Wever (“Nurse Jackie”)
Julie Bowen (“Modern family”)
Sofía Vergara (“Modern family”)
Jane Krakowski (“30 Rock”)
Jane Lynch (“Glee”)
Anna Chlumsky (“Veep”)

Melhor ator coadjuvante em série de comédia
Ed O’Neill (“Modern family”)
Jesse Tyler Ferguson (“Modern family”)
Ty Burrell (“Modern family”)
Eric Stonestreet (“Modern family”)
Bill Hader (“Saturday night live”)
Max Greenfield (“New girl”)

Melhor minissérie ou filme
“American Horror Story”
“Behind the candelabra”
“The Bible”
“Phil Spector”
“Political animals”
“Top of the lake”

Melhor ator em minissérie ou filme
Benedict Cumberbatch (“Parade’s end”)
Matt Damon (“Behind the candelabra”)
Michael Douglas (“Behind the candelabra”)
Toby Jones (“The girl”)
Al Pacino (“Phil Spector”)

Melhor atriz em minissérie ou filme
Jessica Lange (“American horror story”)
Laura Linney (“The Big C”)
Helen Mirren (“Phil Spector”)
Elizabeth Moss (“Top of the lake”)
Sigourney Weaver (“Political animals”)

Melhor ator coadjuvante em minissérie ou filme
James Cromwell (“American horror story”)
Zachary Quinto (“American horror story”)
Scott Bakula (“Behind the candelabra”)
John Benjamin Hickey (“The Big C”)
Peter Mullan (“Top of the lake”)

Melhor atriz coadjuvante em minissérie ou filme
Sarah Paulson (“American horror story”)
Imelda Staunton (“The girl”)
Ellen Burstyn (“Political animals”)
Charlotte Rampling (“Restless”)
Alfre Woodard (“Steel Magnolias”)

Melhor reality show de competição
“The amazing race”
“Dancing with the stars”
“Project runaway”
“So you think you can dance”
“Top chef”
“The voice”

Melhor série de variedades
“The Colbert report”
“The daily show”
“Jimmy Kimmel live”
“Late night with Jimmy Fallon”
“Real time with Bill Maher”
“Saturday night live”

Quando acaba…

Acabou o amor, acabou a relação, acabou tudo. Não, eu não vim aqui para falar de términos em séries ou novelas. Eu vim falar do término da MTV. Ela balança, mas não cai, parecia ser o hino desse canal, que vem enfrentando rumores sobre o seu fim desde 2011. Mas parece que agora é oficial. Dizem por aí que está marcado para o dia 30 de setembro, quando o Grupo Abril (que tem os direitos da MTV brasileira) entrega a marca para Viacom, programadora dona da MTV mãe. 
 
Mas também dizem por aí que a MTV vai voltar, provavelmente só para TV fechada, totalmente reformulada, e com mais cara da MTV gringa. 
 
Triste? Sim, mas vamos combinar que o canal já não era o mesmo faz tempo. Lançcada em 1990, o canal foi a terceira MTV do mundo, com uma linguagem inovadora, jovem e totalmente diferente. Em tempos pré You Tube, era só na TV que conseguíamos ver os clipes. Numa época, que começou com Thriller do saudoso MJ, em que as produções eram super caprichadas. 
 
Casa de gente muito bacana como Sarah Oliveira, Didi Wagner, Marina Person, Marcelo Adnet, Tatá Werneck, Zeca Camargo, Marcos Mion, Fernanda Lima, Astrid o canal foi um verdadeiro celeiro de apresentadores, formando gente para TV aberta e fechada. 
 
Disk MTV. Top top, Data Clip, Top 20, Supernova, Fica Comigo, Mochilão, Piores Clipes do Mundo, Rockgol entre muitos outros marcaram a minha memória televisiva. Projetos como o Acústico MTV Cássia Eller e Capital Inicial, relançaram artistas quase esquecidos. Fora o VMB que era uma grande festa (sua última edição ainda não está confirmada). 
 
Um post saudosista e nostálgico de alguém com 20 e poucos anos. 
Como diria Caê, valeu Emetevê!