Quando a música faz a diferença

The OC tinha uma trilha sonora espetacular. A série foi de extrema importância para bandas como The Killers, Modest Mouse, Death Cab, Rooney e outros, inclusive muitos apareceram tocando na série. Da Rolling Stone ao New York Times a trilha sonora era motivo de muitos elogios. Gwen Stefani e U2 lançaram músicas suas na série, tamanha era a repercussão.
Então nada mais justo do que fazer um top 10 momentos musicais da série. Foi difícil pra caramba, só digo isso.

1) Dice – Finley Quaye
No episódio do ano novo, Ryan correu contra o tempo para alcançar Marissa e falar o tão esprado “I love you” para a moça. E essa música combinou perfeitamente.

2) Hide and Seek – Imogen Heap
Imogen Heap emprestou várias músicas para The O.C. e essa é triste que só, assim como foi o final da segunda temporada, que foi cheio de desgraça.

3) Honey and The Moon – Joseph Arthur
Sou apaixonada por essa música. Pra mim uma das melhores cenas da primeira temporada. Logo no primeiro episódio Ryan deixa Orange County com um gostinho de quero mais, e ainda bem que ele volta. Josh Schwartz, criador da série, afirmou que esse foi um dos momentos musicais preferidos dele na série, que essa música foi essencial para a construção da cena.

4) Hallellujah – Imogen Heap e Jeff Buckley
Essas duas versões marcaram momentos muito importantes para série. Na voz de Imogen Heap, foi a morte da Marissa. Já com Jeff Buckley foi o final da primeira temporada. Momentos tristes, que provocaram muitas mudanças.

5) Life is a Song – Patrick Park
Pra finalizar com chave de ouro.

6) Speeding Cars – Imogen Heap
Queria me formar de novo só para tocar essa música. Um dos últimos momentos do quarteto junto.

7) Maybe Im Amazed – Jem
Amo essa cena do Ryan e da Marissa dançando e ele falando que tem que ir embora. É de cortar o coração, Marissa, mesmo problemática, entende que tem que deixá-lo.

8) If you Leave – Nada Surf
Quase a música tema da Anna e do Seth. Casal que nunca que nunca vingou (ainda bem), mas essa música era fofa!

9) Champagne Supernova – Matt Pond PA
Fã que é fã, quando escuta essa música lembra do beijo homem aranha. Essa música é unanimidade entre os fãs de Seth e Summer.

10) Forever Young – Youth Group
Como todo casal que se preze Marissa e Ryan tinham a sua trilha sonora. Pra mim esse foi um dos últimos momentos fofos enquanto eles ainda eram um casal.

California – Phantom Planet – menção honrosa
Quando a gente escuta essa música a gente já se imagina dirigindo um conversível com os cabelos ao vento na California. Ou só eu acho isso?

Foi muito difícil fazer esse filtro. Wonderwall, Hello Sunshine, Paint the Silence, Move On, Orange Sky, Shaking, Goodnight and Go, Cool, Smile Like You Meant… Ufa. Isso porque eu nem pensei muito.

Direto da Califórina

E me dei conta que minha paixão por séries começou há exatamente 10 anos.
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No dia 05 de agosto estreou The O.C. a minha série querida. E depois a vida nunca mais foi a mesma hahahahahahaha.
E para comemorar dez anos nada melhor do que um Top 10 dos melhores momentos da nossa série querida!!!
De Captain Oats a Princess Sparkle, OC era maravilhosa e é mais do que merecido esse top ten.

1) Who are you? Whoever you want me to be. – Piloto 1.01

Depois desse diálogo ninguém tinha mais dúvidas que Marissa e Ryan formariam o casal 20 de The O.C. Só não contavam com Seth e Summer roubando todos os holofotes. Na segunda temporada, eles até brincaram com esse diálogo, fofo até dizer chega.

2) Welcome to The OC bitch.- Piloto 1.01

Frase clássica. Acho que foi o início de uma bela amizade. Depois que Rayan defendeu Seth de uma briga essa dupla ficou imbatível. E de novo, na segunda temporada eles fizeram uma brincadeira com a frase. Adoro seriado que relembra o fãs dos bons momentos.

3) Chrismukkah – The Best Chrismukkah Ever 1.13

I’ve got Jesus and Moses on my side, man.”
Seth criou a melhor festividade do mundo.

4) Seth Bebado – Family Ties 2.07

Talvez não seja um momento tão marcante, mas eu achei tão engraçado, mas tão engraçado, que me marcou e entrou na lista.

5) Beijo homem aranha – The Rainy Day Women 2.14

Clássicos dos clássicos do melhor casal. A gente torceu muito, a gente esperou muito, mas foi uma volta e tanto para o casal mais fofo da TV. OC levou o povo geek a outro nível, com tantas referências que nem a gente entende.

6) Final primeira temporada – The Ties That Bind 1.27

Com uma primeira temporada perfeita, com 27 episódios o seu desfecho foi memorável. E nos levou de volta ao começo.

7) Internação da Kiki – The Dearly Beloved 2.24

Kiki foi mãezona responsável, até que não segurou o copo e entornou o goró. Em uma cena de dar dó Seth, Ryan, Sandy e Hailey fazem imploram para ela ir na rehab se tratar.

8) Conversa pós terremoto, Ryan e Seth – The Night Moves 4.15
Para distrair Ryan, Seth resolve fazer um flashback dos melhores momentos vividos pela dupla. A conversa, no penúltimo episódio da série foi um brinde aos fies telespectadores de OC. (infelizmente não achei nenhum vídeo dessa conversa, vai ter ue ficar na memória mesmo).

9) Morte da Marissa – The Graduates 3.25

Seria o começo do fim? Marissa, a menina problema teve um trágico fim e levou com ela uma legião de fãs indignados. A cena é de cortar o coração e olha que nunca fui fã de Marissa Cooper. E a música deu um tom ainda mais especial.

10) O fim – The End’s Not Near, It’s Here 4.16

Com um final igual a final de novela OC teve um último episódio cheio de clichês. Mas vamos combinar que era exatamente isso que esperávamos. “California here we come, right back where we started from.”

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Esse post me deixou nostálgica pra caramba. Se preparem, porque essa semana vou encher vocês de The O.C.

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Maratona. Fazer ou não fazer, eis a questão.

Estou numa fase 100% Friday Night Lights. O que me deixa doida, porque o certo é cada dia uma série nova, dando um respiro entre os episódios. Mas sempre tem aquela série safada que te pega e não te larga de jeito nenhum. E fica a grande questão: fazer ou não maratona?

A Netflix não ajuda nem um pouquinho o nosso vício quando cria uma série e disponibiliza de uma vez só todos os episódios. Mas tem vezes que uma série é tão boa que você quer economizar, para não acabar logo. Me arrependo muito de ter visto as três temporadas de Downton Abbbey em uma semana. Downton é o tipo de série que você tem que parar e absorver o que está acontecendo. Assim como Mad men, que tem um ritmo mais lento por natureza.

Já as séries de comédia, que em geral são de 20 minutos te convidam para meter o pé na jaca e fazer maratona. Quem nunca viu uns cinco episódios de Friends seguindos? É que nem salgadinho da Elma Chips, impossível vez um só. How I met your mother também entra nessa categoria.

Quando comecei a ver Homeland a primeira temporada já estava toda disponível, eu parecia uma cracuda (com o perdão do termo) que só queria saber o que Carrie iria fazer. Uma coisa horrível.

Já com Greys Anatomy eu larguei de mão as primeiras temporadas e me joguei de cabeça da quinta em diante enunca consegui fazer maratona. Glee é outra que não consigo maratonear, é meio cansativo, tem que ser um episódio por vez mesmo.

Outra praga é quando aquela sua caixinha de DVD chega fresquinha do correio, fica difícil de resistir.

Tenho uma lista de séries que PRECISO ver (Breaking Bad, Dexter, Game of Thrones, The Amreicans, Scandal e Sopranos), mas não consigo, porque cismei com Friday Night Lights, quase um atraso de vida.

Díficil o desapego, mas preciso praticá-lo.

Clear eyes. Full hearts. Cant loose.

A primeira série a gente nunca esquece. E assim foi OC comigo, com aquela primeira temporada arrebatadora. 

E é essa sensação que eu tenho enquanto acompanho a primeira temporada de Friday Night Lights. Uma grata surpresa para mim, mais do que atrasada, já que a série começou em 2006 e terminou em 2011. 

Já tinha ouvido falar sobre a série, que era teen com inteligência, mas sem o papo cabeça de Dawsons Creek. Mas o que me chamou atenção mesmo foi quando o sindicato dos roteiristas dos EUA colocou a série como número 22 no ranking das 100 melhores roteiros de séries. Friday Night Lights estava na frente de Frasier, Friends, ER, Lost, 24 Horas, Downton Abbey e muitos outros clássicos. Choquei! 
E lá fui com a minha Netflix querida, que tem as cinco temporadas! 

Friday Night Lights era livro, que virou filme, que virou série. Na atração acompanhamos o Taylor, técnico recém contratado de um time de futebol americano em um high school no Texas. E como uma boa high school temos os loosers, os bonitões, os populares, as cherleaders e o resto.  

E os jogos do Panthers (como o time é conhecido) são levados muuuuuuuito a sério, a cidade se movimenta pelos jogos. Nem o nosso Brasileirão é assim. O técnico e os jogadores são elevados ao status de superstars e sofrem uma pressão enorme. 

Nos EUA, a série foi exibida pela NBC, que não tem tradição por séries teens, mas foi a casa de Friends, ER, Will and Grace e Seinfield, ou seja, de gente que sabe fazer TV. Mas como não foi um fenômeno de audiência, a NBC não tinha mais interesse em exibir a série. Aí, fã que é fã bate pé, se descabela, grita e xinga todo mundo, até ser ouvido, e a Directv ouviu, entrou no jogo e produziu mais 3 temporadas. 

Friday Night Lights samba na cara de quem diz que série teen é idiota. Com tramas maduras, personagens bem construídos, cenas bens escritas e uma trilha sonora de respeito, a série merece toda a nossa atenção. E se você não entende como uma série adolescente sobre futebol americano pode ser tudo isso, você não sabe o que está perdendo.

Laranjinha básico

A Netflix entrou de vez nomeu coração com Orange is The New Black. Estou enrolando para ver House of Cards, que é a queridinha e sensação do momento, mas Orange passou a frente e me conquistou.

Na produção original da Netflix, acompanhamos a vida de Champman, uma mocinha que entrou em um esquema de tráfico internacional de drogas e pegou 15 meses de prisão. A vida carcerário lembra um pouco dos filmes de high school, com as panelinhas, com as chefonas e com as malucas.

A história se passa na prisão, obviamente, mas tem momentos de flashbacks não lineares que mostram como a Chapmam e suas companheiras de cela foram parar na cadeia.

A repercussão da série tem sido muito grande, com elogios do público e da crítica especializada, e já foi renovada para uma segunda temporada. Santa Netflix já disponibilizou os 13 episódios da primeira temporada, então dá até para fazer maratona.

Com personagens super interessantes e um roteiro que prende do início ao fim Orange is The New Black foi a salvação da Summer Season, que chegou super fraca e acalma nossos corações que esperam ansiosamente para as estreias de setembro.

Reis e rainhas

Em tempos de bebê real, vamos falar da realeza!

Enquanto no cinema temos um apenca de filmes que falam das famílias reais, é uma pena que a televisão não se aproveite disso também. Afinal de contas, babado confusão e gritaria é o que não falta para essas famílias. Procurei algumas séries e confesso que não encontrei muitas opções, mas é o que temos para hoje.

The Tudors
Henrique VIII era um rei egocêntrico, pegador (casou uma penca de vezes) e até mudou os rumos da Igreja na Inglaterra. É obvio que isso dá uma boa história. O Showtime, que não é bobo nem nada, fez uma série de primeira. Com 4 temporadas (o programa terminou em 2010, The Tudors é sem dúvida uma referência. Não é a toa que a BBC entrou no negócio na segunda temporada. E para quem tem Netflix, tá tudo lá!

The Borgias
Cotada para substituir The Tudors em nossos corações, a série falava das loucuras da dinastia dos Borgias e a sua ascensão. Aqui ninguém era santo, ai de quem estivesse no caminho. Muito sangue e pegação, é claro. Esse povo acho que não tinha muita coisa para fazer, era todo mundo meio safadinho.

The White Queen
Série fresquinha da BBC, que estreou agora em junho na terra da rainha. Atestado com selo de qualidade da BBC, a série tem como pano de fundo a Guerra das Rosas e as artimanhas femininas para chegar ao trono da Inglaterra.

Reign
Essa aí só vai estrear em outubro, na CW TV casa das séires mais bobinhas, por isso nem boto muita fé. O progrma conta a história da Mary, Rainha da Escócia, quando era adolescente e sua escalada ao poder.

Taí um bom filão que não é bem aproveitado, até porque essas séries tem um custo de produção muito elevado. Fica a dica para uma boa maratona, principalmente nesse frio que está fazendo.

50 com corpinho de 20

Hoje a telenovela brasileira completa 50 aninhos. No dia 22 de julho de 1963, na Rede Excelsior, Tarcisio Meira e Glória Menezes trocavam juras de amor na primeira novela com exibição diária, a “2-5499 Ocupado”.

E para celebrar essa data tão importante da cultura brasileira, nada com uma listinha não?!
Em minha vida de noveleira eu acompanhei muita coisa, algumas novelas muito boas, outras nem tanto, e minha lista vai ser sobre as novelas que marcaram minha longa vida de 22 anos.

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1) Quatro por Quatro (1994). A novela tem quase 20 anos e até hoje falamos de Babalu e Raí. Precisa dizer mais? A novela era das 19h, e ainda assim é muito marcante, o que é raro.
Por que me marcou: foi minha primeira memória televisiva. Simples assim.

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2)Próxima Vítima (1995). Sabe aquele jogo Detetive? Próxima Vítima era tipo isso, só que ainda melhor, porque além do assassino ainda tinha a tensão de descobrir quem seria a tal da próxima vítima. Silvio de Abreu escreveu um suspense daqueles, com o assassino que só seria revelado no último capítulo, que teve uma audiência de 64 pontos. Como foram gravados finais diferentes, o suspense se manteve na sua reexibição, pois alteraram o final.
Por que me marcou: eu com apenas 5 anos amava essa novela, só que é lógico que meu pai não deixava eu ver. Marcou porque eu precisava ver escondida hahahahaha.

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3) A Indomada (1997). Ricardo Linhares e Aguinaldo Silva beberam no realismo fantástico de Saramandaia e criaram essa novela maravilhosa. Quem não lembra do Cadeirudo? O maluco que atacava mocinhas de noite e acabou sendo revelado que ele era a maior beata da cidade. Ou então da Altiva? Que quando morreu assombrou geral com um I”ll be back”? Ou o anjo Emanoel, vivido por Selton Mello? É muita coisa boa para uma novela só!
Por que me marcou: a novela não se levava muito a sério. Era super bem humorada, principalmente por se tratar de uma novela das oito, o que não é muito comum.

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4)Chiquititas (1997). Fala sério! Toda menina nascida nos anos 90 foi impactada por Chiquititas. Febre total, que lançou Fernanda Souza, Deborah Fallabela, Jonatas Faro, Sthefany Brito, Bruno Gagliasso, Carla Diaz… Lembro que a primeira vez que fui na rua sozinha foi para comprar figurinha para o albúm! Na minha época todo mundo queria ser orfão e morar no Orfanato Raio de Luz. E o SBT, que não é bobo nem nada viu que a moda de remake é a boa e Chiquititas Voltou!
Por que me marcou: porque todo dia a gente ficava grudado na TV esperando TV Cruj acabar só para dançar e cantar na TV!

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5) Laços de Família (2000). Manoel Carlos estava muito inspirado quando escreveu essa novela. Camila, a personagem mais chata do universo (bateu até a Duda da Gabriela Duarte), nos conquistou em uma das cenas mais emocionantes das novelas da Globo. Vera Fisher, mesmo sem muita expressão, fez uma boa Helena. E a novela ainda nos apresentou um fraco Giane, que hoje é um bom ator!
Por que me marcou: foi muita emoção para uma novela só.

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6) O Clone (2001). Clone, Marrocos, muito ouro, inshalá! Foi muita coisa exótica para uma novela só. Amava toda aquela coisa diferente. A novela emplacou um bilhão de bordões, como “né brinquedo não” e “arder no mármore do inferno”, e as ruas do Saara ficaram lotadas de bijuterias inspiradas na novela. Foi uma moda só.
Por que me marcou: a novela foi diferente de tudo. Jade me ensinou que um lápis no olho e uma boa maquiagem faz toda a diferença.

Logo da novela Celebridade
7) Celebridade (2002). Gilberto Braga sambou na cara da sociedade com essa novela. Mostrou que Claudia Abreu faz uma vilã memorável com Laura Cachorrona, que Marcio Garcia podia ser bom ator com michê, e ainda trouxe um zilhão de participações super especiais como Gal Costa, Lulu, Roberto Carlos, Zeca Pagodinho entre outros. Maria Clara Diniz e Renato Mendes completavam o elenco, com uma história boa, sem muita embromation.
Por que me marcou: foi meu primeiro grande “quem matou”. E no último capítulo tava ansiosa para saber que tinha ceifado a vida de Lineu Vasconcellos.

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8) Senhora do Destino (2004). As aventuras de Maria do Carmo foi o maior ibope de novela dois anos 2000, com uma média de 50 pontos. Nazaré Tedesco entrou para história das vilãs das novelas, e sua arma era a temida escada.
Por que me marcou: minha vó se chamava Nazareth e eu adorava brincar com ela por causa da novela.

Logo da novela A favorita
9) A Favorita (2008). João Emanuel Carneiro, que na época tinha escrito dois mega sucessos das 19h (Da Cor do Pecado e Cobras e Lagartos), foi promovido para às 21h e fez uma novela que escondia do público que era a vilã e quem era a mocinha. Ousado, o moço nos conquistou e fez da Flora, de Pat Pillar, uma vilã para ninguém colocar defeito. Palmas, muitas palmas.
Por que me marcou: eu jurava de pezinho junto que a Donatela era a malvada. E fiquei choquita com a vilã Flora. Agora o que me marcou mesmo foi a cena em que a Flora toca o terror com o Gonçalo e acaba matando o velho do coração.

Logo da novela Avenida Brasil
10) Avenida Brasil (2012). Volta pra gente Carmem Lúcia! A novela bombou na internet, era #Oioioi todo dia, a classe C veio com tudo no Divino, os coadjuvantes mostraram que não exite papel pequeno (beijo Darkson, Suelen, Zezé, Janaína, Adauto, Leleco, Beverly…) e Carminha reinou absoluta. Até Dilma mudou a sua agenda por conta do último capítulo.
Por que me marcou: dizem que porque sim náo é resposta, mas no caso de Avenida Brasil, é. Eta novela maravilhosa.